A sustentabilidade está em pauta em diversos segmentos, e na arquitetura não seria diferente. Não é difícil achar projetos que já saem da planta equipados com tecnologias e atitudes verdes. O estilo de vida sustentável em casa começa desde a construção do imóvel até o dia a dia dos moradores.
Para ficar por dentro do tema, a SPONGE compartilha as principais tendências e como adotá-las: 
 
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O fortalecimento da organização produtiva dos catadores em cooperativas e associações com base nos princípios da autogestão, da economia solidária e do acesso a oportunidades de trabalho decente representa um passo fundamental para ampliar o leque de atuação desta categoria profissional na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
O processo de registro da cooperativa não é rápido, mas é fundamental para a formalização e valorização da categoria. Conforme orientação do Ipesa (Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais), após a construção do Estatuto Social, ainda nas atividades de formação, deve ser marcada uma data para a realização da assembleia de constituição da cooperativa e a eleição dos integrantes da diretoria. A assembleia deve ser registrada em ata, assinada por todos os cooperados. 
 
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Uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Akatu apontou quais são as práticas de Responsabilidade Social Empresarial mais valorizadas pelos consumidores brasileiros. Entre elas, a pesquisa identificou que 19% das pessoas costumam valorizar empresas que possuam programas para racionalização e otimização do uso da água.
Outro aspecto valorizado por 20% dos entrevistados é o investimento em novas tecnologias que permitam a reciclagem de seus produtos após o uso. Não há como imaginar uma empresa que não se preocupe com o lixo que produz e descarta na natureza. Também é inimaginável um ambiente corporativo que não conscientize seus funcionários sobre a importância da separação e do descarte corretos do lixo, tanto no trabalho quanto em casa. Infelizmente, essa cultura do consumo e do descarte desenfreados ainda persiste em muitas empresas. A pesquisa também revelou que 13% dos consumidores entrevistados apoiam empresas que inserem informações sobre descarte dos produtos pós-consumo. 
 
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2017 está começando e também o início do mandato de muitos novos Prefeitos. A Sponge entende que a efetividade da Política Nacional de Resíduos Sólidos não depende somente do Poder Público, mas sim do envolvimento de todas as partes geradoras de resíduos. O texto abaixo é parte da publicação do Ipesa (Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais), e aborda aspectos bastante interessantes para o cumprimento da Lei 12.305/2010 e o envolvimento de Cooperativas de Catadores:
O Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos, obrigatório a todos os municípios a partir de agosto de 2012, é o documento que descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, contemplando os aspectos de geração, segregação, acondicionamento, coleta (convencional ou seletiva), armazenamento, transporte, tratamento, disposição final e proteção à saúde pública. 
 
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A SPONGE entende que a informação é fundamental para o processo de profissionalização das cooperativas de catadores. Por isso compartilhamos algumas informações fornecidas pelo Ipesa (Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais): 
 
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