Uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Akatu apontou quais são as práticas de Responsabilidade Social Empresarial mais valorizadas pelos consumidores brasileiros. Entre elas, a pesquisa identificou que 19% das pessoas costumam valorizar empresas que possuam programas para racionalização e otimização do uso da água.
Outro aspecto valorizado por 20% dos entrevistados é o investimento em novas tecnologias que permitam a reciclagem de seus produtos após o uso. Não há como imaginar uma empresa que não se preocupe com o lixo que produz e descarta na natureza. Também é inimaginável um ambiente corporativo que não conscientize seus funcionários sobre a importância da separação e do descarte corretos do lixo, tanto no trabalho quanto em casa. Infelizmente, essa cultura do consumo e do descarte desenfreados ainda persiste em muitas empresas. A pesquisa também revelou que 13% dos consumidores entrevistados apoiam empresas que inserem informações sobre descarte dos produtos pós-consumo. 
 
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2017 está começando e também o início do mandato de muitos novos Prefeitos. A Sponge entende que a efetividade da Política Nacional de Resíduos Sólidos não depende somente do Poder Público, mas sim do envolvimento de todas as partes geradoras de resíduos. O texto abaixo é parte da publicação do Ipesa (Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais), e aborda aspectos bastante interessantes para o cumprimento da Lei 12.305/2010 e o envolvimento de Cooperativas de Catadores:
O Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos, obrigatório a todos os municípios a partir de agosto de 2012, é o documento que descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, contemplando os aspectos de geração, segregação, acondicionamento, coleta (convencional ou seletiva), armazenamento, transporte, tratamento, disposição final e proteção à saúde pública. 
 
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A SPONGE entende que a informação é fundamental para o processo de profissionalização das cooperativas de catadores. Por isso compartilhamos algumas informações fornecidas pelo Ipesa (Instituto de Projetos e Pesquisas Socioambientais): 
 
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Quando se trata de coleta seletiva o processo de aprendizado e adesão dos condôminos pode trazer grandes benefícios para o Condomínio. Além de contribuir com o meio ambiente, destinando corretamente os resíduos gerados, a correta separação pode trazer também receitas, através da venda dos materiais separados na coleta seletiva. A Sponge chama os resíduos de materiais, pois eles possuem valor de mercado e quando são melhor separados mais valor possuem para a Cooperativa ou Recicladora que o está comprando.
São mudanças simples, mas que no final do mês podem fazer toda a diferença. A Sponge compartilha as seguintes dicas: 
 
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A Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei nº 12.305/2010) estabelece em seu art. 8º um rol de instrumentos necessários para o alcance dos objetivos da política, sendo que os planos de resíduos sólidos são um dos principais e mais importantes instrumentos, podendo ser elaborados a nível nacional, estadual, microrregional, de regiões metropolitanas ou aglomerações urbanas, intermunicipal, municipal, bem como a nível dos geradores descritos no art. 20. 
 
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