Atualmente se encontram no mercado vários tipos de rotulagem. Eles variam de acordo com quem é o responsável pelo aviso veiculado e sobre o que está sendo avisado.
A Rotulagem Ambiental tem por principio atribuir um selo ou rótulo a um produto que pode ser um bem, serviço, tecnologia ou quaisquer outras aplicações industriais para as quais se atribua um rótulo ambiental. Seu objetivo é promover a melhoria da Qualidade Ambiental de Produtos e Processos mediante a mobilização das forças de mercado pela conscientização de consumidores e produtores, estimulando, assim, a demanda por produtos com menor impacto ambiental.
O rótulo ambiental é uma ferramenta de comunicação, e um instrumento de marketing para as organizações que investem nesta área e que querem oferecer produtos diferenciados no mercado. Esse tipo de rotulagem agrega um diferencial e, por isso mesmo, deve ser usado com ética e transparência para não confundir, iludir e nem tampouco distorcer conceitos sobre preservação ambiental aliada à sustentabilidade socioeconômica. Devem ser objetivos, com informações relevantes, devem ser também compreensíveis, facilitando assim a comunicação e a linguagem ambiental para que o consumidor entenda e se familiarize com as questões ambientais.
A rotulagem ambiental quando aplicada nos produtos de uma empresa traz com ela muitos benefícios, podendo ser listado os seguintes:
1) Redução de problemas relacionados aos impactos ambientais melhorando a performance ambiental (a empresa faz mais do que é requerido por lei); 
 
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A gestão de resíduos é um dos maiores desafios do Brasil. Muito do lixo que geramos poderia ser reciclado, mas não é isso o que acontece. Seis anos já se passaram desde a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e a maior parte das cidades brasileiras ainda não possuem um sistema de coleta seletiva, que propicie a reciclagem de materiais, economia de recursos e oportunidade de novos negócios. 
 
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A ONU estima que o Brasil gera 1,4 milhão de tonelada de lixo eletrônico por ano. Esse acúmulo de produtos descartados evidencia um dos grandes problemas de nosso atual modelo econômico: ele é linear. Nós retiramos a matéria-prima da Terra, como os minérios, transformamos esses materiais, por meio do processo industrial, em computadores, geladeiras ou celulares. Quando, três anos depois, nosso celular deixa de funcionar, ele é simplesmente descartado em aterros, na melhor das hipóteses, ou nos gigantescos lixões que insistem em existir no país. Junto com nossos eletrônicos, vão para o lixão minérios raros e nobres. Estamos jogando ouro no lixo. 
 
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A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) foi aprovada em 2010 com o objetivo de acabar com os lixões a céu aberto no País até 2014. Dois anos depois do prazo final, pouco mais da metade do lixo produzido nas cidades brasileiras está indo para o lugar adequado, que são os aterros sanitários, e seis de cada dez municípios ainda não elaboraram planos de gestão dos resíduos sólidos.
O plano é condição para que o governo federal repasse recursos para a construção de aterros. Os seis anos da lei que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos foram debatidos pela Frente Parlamentar Ambientalista nesta quarta-feira (3/8). Especialistas e representantes do governo federal e dos municípios concordaram que a lei já promoveu avanços na gestão do lixo urbano, mas ainda não atingiu seu objetivo.
Além do fim dos lixões, a lei prevê que as empresas fiquem responsáveis pelo lixo que produzem, como vidro, latas e papelões. Também reconhece o papel dos catadores de lixo como integrantes da cadeia de coleta e reciclagem.
No encontro, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, anunciou que o ministério estuda destinar parte da arrecadação de fundos regionais, como o da Amazônia, para ajudar os municípios a elaborarem seus planos e fechar os lixões. Sarney Filho admitiu que os municípios não têm condições de fazer isso sozinhos.
“Os municípios se mostraram completamente desprovidos de qualquer condições técnicas e financeiras também para cumprir o que determina a lei. Os poderes públicos, tanto estaduais, quanto federal, eles também deveriam ter agido com uma ênfase maior no sentido de conveniar, de dar mais suporte técnico e financeiro aos municípios para que eles pudessem cumprir a lei.”
A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) defende a aprovação de um projeto (PL 2289/2015) que prorroga o prazo para que as prefeituras acabem com os lixões até 2021. A consultora ambiental da entidade, Cláudia Lins, reconheceu os avanços do setor, mas cobrou mais recursos do governo federal e os estudos dos governos estaduais para embasar os das prefeituras. Ela também cobrou que os empresários façam a parte deles.
“A Política Nacional de Resíduos Sólidos traz ganhos ambientais e sociais muito grandes. A gente só precisa realmente buscar meios de efetivar e fazer com que todo o País tenha condição de implementar essa legislação, inclusive cobrando do setor empresarial o custo que ele é obrigado a arcar, que a lei coloca, mas atualmente são os municípios que cobrem, seja com relação a pneus, às embalagens em geral, a lâmpadas, eletroeletrônicos”, afirmou. 
 
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Segundo especialistas, se o problema do lixo já estivesse bem resolvido no Brasil, 10% da sua energia poderia ter como fonte o biogás, constituído basicamente por metano e dióxido de carbono liberados por detritos. Na contabilidade geral, somando-se inclusive o dinheiro usado por governos e prefeituras para cuidar de aterros que não geram energia, está se jogando no lixo, por assim dizer, uma receita que pode alcançar 10 bilhões de reais. Pois é, além de fazer bem ao meio ambiente, à saúde e à paisagem, o tratamento adequado do lixo ajuda a economia. É o nosso atual desafio e o compromisso da SPONGE com você que quer fazer a diferença! 
 
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