Com o avanço da tecnologia, houve um aumento considerável no consumo de equipamentos eletrônicos. Apesar de possibilitar ganho de produtividade e um maior acesso ao entretenimento e comunicação, o efeito negativo dessa evolução é o aumento significativo do lixo eletrônico – o que se deve muito à aceleração da vida útil dos aparelhos tecnológicos que ganham atualizações e novas funcionalidades em espaços de tempo cada vez mais curtos.
De acordo com relatório da United Nations University, o mundo produziu cerca de 41,8 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Apenas no Brasil, estima-se foi produzido aproximadamente 1,4 milhão de toneladas. Em 2018, a expectativa global é de atingir a marca de 50 milhões de toneladas.
Diante de números, fica claro a necessidade de cada vez mais se preocupar com a destinação correta do lixo eletrônico e fomentar a cultura do reuso e da reciclagem de materiais. 
 
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O óleo de cozinha usado é um dos produtos domésticos mais danosos ao meio ambiente. Só para se ter uma ideia do seu potencial poluente, alguns estudos sugerem que o descarte incorreto de um litro de óleo de cozinha pode contaminar até um milhão de litros de água.
Ao atingir o solo, o óleo facilita a sua impermeabilização, fazendo com que ele não absorva tanto a água das chuvas e, consequentemente, as enchentes sejam mais frequentes. Os efeitos negativos também se estendem para a atmosfera, pois quando o óleo de cozinha usado se decompõe ocorre a emissão de metano, um gás que também causa o efeito estufa. 
 
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O uso da sucata na fabricação de metais reduz os impactos ambientais. Na reciclagem, o consumo de energia elétrica chega a ser 80% menor. O processo de reciclagem também ajuda na preservação dos recursos naturais, pois evita a extração de nova matéria-prima, o que reduz ainda as emissões de CO2. 
 
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Com um quilo de vidro se faz outro quilo de vidro, com perda zero e sem poluição para o meio ambiente, pois ele é 100% reciclável. Além da vantagem do reaproveitamento total do caco, a reciclagem permite poupar matérias-primas naturais, como areia, barrilha, calcário etc. 
 
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O plástico talvez seja o material moderno mais abundante ao nosso redor, presente em praticamente todos os setores da economia. Isso se deve principalmente ao seu baixo custo de produção e sua grande versatilidade, que o torna praticamente essencial. O grande problema que acompanha essa enorme utilidade está em sua composição, visto que o plástico é produzido do petróleo, combustível fóssil, finito, altamente nocivo ao meio ambiente quando derramado ou queimado, e muito tóxico quando inalado ou ingerido. 
 
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